Marcos Valério Rocha, Superintendente do Sindhorb, foto: Gio Ahmad.
Marcos Valério Rocha, Superintendente do Sindhorb, foto: Gio Ahmad.
Ouro Minas entre os melhores
Acompanhando o crescimento do Turismo no Brasil, que neste ano deve bater recorde com uma receita de US$ 4,5 milhões, o Ouro Minas Palace Hotel, o único cinco estrelas de Belo Horizonte, se destaca no mercado. Em dezembro, através de prêmio da Revista Viagem - segmento Viagem de Negócios, o hotel ficou classificado entre os 10 melhores hotéis para fazer eventos do Brasil, sendo o único em Minas Gerais. A pesquisa para a avaliação dos hotéis partiu de duas listagens principais. A primeira selecionou um banco de dados do Guia Quatro Rodas, que inclui os 88 hotéis avaliados pela publicação nas categorias ''luxo'' e ''muito confortável'' com estrutura para sediar um evento para ao menos 300 pessoas.
Mortos dos EUA no Iraque superam o número de vítimas nos atentados de 11/9
Por Hervé Bar - BAGDÁ, 26 dez (AFP) - Três soldados americanos morreram nesta terça-feira em Bagdá, elevando a 2.975 o número de militares do país falecidos desde a invasão do Iraque em março de 2003, balanço superior às 2.973 vítimas fatais registradas nos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Além disso, 25 civis iraquianos morreram e outros 80 ficaram feridos nesta terça-feira em vários atentados cometidos no país do Golfo.
"Três militares morreram na zona nordeste da cidade na explosão de uma bomba na passagem de sua viatura", anunciou um comunicado do Exército americano.
Mais cedo, as Forças Armadas dos Estados Unidos haviam anunciado a morte de outros três soldados, falecidos em duas explosões na segunda-feira ao sudoeste da capital.
Com as novas vítimas chega a 2.975 o número de militares americanos mortos no Iraque desde a invasão deste país, segundo uma contagem da AFP com base em dados do Pentágono.
Este balanço supera o número de 2.973 vítimas registrado nos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, que desencadearam a intervenção americana no Afeganistão, com o pretexto de prender o líder da rede terrorista Al-Qaeda, Osama Bin Laden, e a invasão do Iraque.
O Iraque é cenário de uma violência diária que matou mais de 20 pessoas apenas em Bagdá.
Pelo menos 16 pessoas faleceram e outras 70 ficaram feridas em um atentado com carro-bomba em um bairro da zona sudoeste de Bagdá.
Três veículos explodiram com poucos segundos de intervalo em uma das principais avenidas do bairro majoritariamente xiita de Al-Bayiha, muito freqüentado durante a manhã.
Pouco depois, às 11H45 locais (6H45 de Brasília), uma bomba explodiu em um bazar do bairro de Al-Sharji, ao sul da margem leste do rio Tigre.
Quatro pessoas faleceram e outras 15 ficaram feridas no atentado, segundo uma fonte dos serviços de segurança iraquianos.
Durante todo o dia, sirenes de ambulâncias foram ouvidas no centro da capital iraquiana, acompanhadas de explosões regulares e disparos com armas automáticas.
Os atentados suicidas ou executados com bombas são praticamente diários em Bagdá, onde grupos insurgentes sunitas e milícias xiitas protagonizam a violência religiosa que devasta o país.
Na segunda-feira, dia de Natal, pelo menos 10 civis iraquianos morreram na explosão de um carro-bomba na zona leste da cidade.
Em outras áreas do país, a violência também fez suas vítimas.
Em Kirkuk (norte), três crianças morreram e seis foram feridas na explosão de uma bomba na passagem de um grupo de estudantes. Todas as vítimas têm menos de 12 anos.
Onze pessoas ficaram feridas na explosão de um carro-bomba em Baiji, também ao norte. Em Baaquba as forças de segurança encontraram seis corpos, alguns com marcas de tortura.
Anac começa a fiscalizar venda de bilhetes para o Réveillon
Para evitar que os transtornos enfrentados pelos passageiros nos dias que antecederam o Natal voltem a ocorrer no feriado do Ano Novo, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) inicia nesta terça-feira uma fiscalização no sistema de reserva de todas as companhias aéreas.
Também nesta terça a agência começa uma auditoria na TAM, com sede em São Paulo, "para conhecer os motivos dos transtornos registrados nos últimos dias." A empresa terá de explicar por que precisou de 17 aeronaves extras para transportar passageiros nos últimos três dias. A companhia aérea alegou que tinha seis aviões em manutenção, daí o desequilíbrio entre as passagens vendidas e sua efetiva capacidade operacional.
Para a Anac, as contas entre o estoque de reservas e os embarques efetuados pela empresa não batem, e a TAM deverá apresentar uma justificativa para o fato de, em alguns casos, haver 25 passageiros presentes no check-in mas não embarcados em um mesmo vôo.
Problemas
Em nota divulgada na segunda-feira (25), a Anac afirmou que a espera dos principais aeroportos brasileiros diminuiu, mas o número de cancelamentos aumentou. Desde a noite do último dia 19, milhares de passageiros foram atingidos por uma seqüência de atrasos e cancelamentos de vôos que, mais uma vez, provocou a superlotação dos saguões e salas de embarque dos terminais.
De acordo com a própria agência, houve mais cancelamentos nesta segunda devido à "reorganização da malha aérea e à readequação dos horários dos vôos".
Os problemas foram atribuídos a um "efeito dominó" que, ainda segundo a Anac, começou com o fechamento --por cerca de 50 minutos-- do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, devido ao mau tempo, no dia 19; à parada de seis aviões da TAM para manutenção e à queda da rede de dados da companhia no aeroporto Tom Jobim, no Rio, na mesma data.
Sem as aeronaves da TAM e as dificuldades de reagendar os vôos e reacomodar os passageiros levantou suspeita de "overbooking" --venda de passagens acima da capacidade dos aviões. Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, houve irregularidade e cabe à empresa grande parte da culpa pela crise atual. "Não dá para passageiro ficar no aeroporto esperando avião que não existe", afirmou sábado (23).
Na sexta-feira, os aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) foram colocados à disposição das empresas aéreas para transportar passageiros da TAM, ainda de acordo com a Anac. Seis aviões da BRA, Varig, OceanAir e Gol também transportaram passageiros da TAM.
Crise
Desde outubro último, o setor aéreo enfrentou diversas seqüências de atrasos e cancelamentos de vôos. No começo, elas foram causadas pela operação-padrão dos controladores de tráfego aéreo, que restabeleceram à força parâmetros internacionais de segurança. Recentemente, porém, houve atrasos provocados por uma pane e, agora, pelo fechamento de Congonhas.
Para o Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aéreas), a situação nos aeroportos do país só deve ser inteiramente normalizada no primeiro semestre de 2007.
Natal nas estradas deixa 90 mortos em 1743 acidentes
O balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF) aponta que ocorreram 1.743 acidentes, com 1.208 feridos e 90 mortos na estradas brasileiras entre 0h de sexta-feira e 24h de segunda-feira.
A PRF informou ainda que a fiscalização foi reforçada com mais de mil patrulheiros e cerca de 20 mil motoristas foram multados na operação - pelo menos 5 mil por excesso de velocidade. Segundo a polícia, em 2005 foram registrados 1.634, com 1.184 feridos e 99 mortos.
Segundo o chefe substituto da Divisão de Fiscalização de Trânsito da Polícia Rodoviária Federal, Juliano Leite, esse pequeno aumento é natural porque há um acréscimo na frota de veículos. "Não foi muito fora do normal. A quantidade de mortos também permaneceu praticamente no mesmo patamar", destacou o inspetor.
Ele ressaltou, no entanto, que o número de mortes ainda é alto. "Estamos lutando para que esse índice sempre diminua. Se não há uma diminuição, a gente considera que a operação poderia ter sido melhor", disse.
Aeroportos
De acordo com Leite, a crise nos aeroportos brasileiros não aumentou significativamente o movimento nas estradas. "Antes da Operação Natal, tivemos receio de acontecer esse aumento do fluxo de veículos. Contudo, após os números de acidentes e vítimas, consideramos que não influenciou em nenhum tipo de ocorrência".
O número maior de acidentes, segundo o inspetor, ocorreu em Minas Gerais. "Isso porque o Estado tem uma malha viária muito extensa". Foram registrados 321 acidentes e 11 mortes nas rodovias federais que cruzam o estado.
Na próxima sexta-feira, a Polícia Rodoviária Federal dá início à Operação Ano Novo. "A gente tem uma preocupação maior com essa data por ser uma festa que não é religiosa e tão familiar como o Natal", lembrou.
Giovanini Ahmad Mendes, clicado durante palestra no Senac-MG, foto: Cristiano Lopes.
Palestra no Senac de Cel. Fabriciano (MG)
O hoteleiro e editor deste BLOG, Giovanini Ahmad Mendes, proferiu palestra com o tema 'A tendências de mercado para o Profissional de Hotelaria' no curso de pós graduação em gestão de empreendimentos hoteleiros do Senac-MG em Cel. Fabriciano, no coração do Vale do Aço mineiro.
Soldados da Etiópia avançam rumo a capital somali Declarando estar perto de vencer seus inimigos islâmicos da Somália, a Etiópia atacou por terra, na terça-feira, os combatentes em retirada e ameaçou ocupar a cidade de Mogadíscio, reduto deles, depois de uma semana de guerra na região do Chifre da África. "As forças etíopes estão a caminho de Mogadíscio. Elas estão a cerca de 70 quilômetros de distância e é possível que a capturem dentro das próximas 24 a 48 horas", afirmou o embaixador da Somália para a Etiópia, Abdikarin Farah, a repórteres, em Abdis-Abeba.
Os combatentes islâmicos disseram que qualquer tentativa de invadir Mogadíscio terminaria em tragédia para os agressores. "Isso será a destruição e o dia do juízo final para eles", afirmou o porta-voz dos islâmicos, Abdi Kafi, à Reuters. "É uma questão de tempo antes de começarmos a atacá-los de todas as direções."
A Etiópia dá apoio ao governo secular e interino da Somália na luta contra os combatentes islâmicos que controlam a parte sul do território somali após terem capturado Mogadíscio, em junho. Os governos etíope e norte-americano dizem que os islâmicos recebem ajuda da Al Qaeda e da Eritréia, um país inimigo da Etiópia.
Já os combatentes islâmicos afirmam contar com um amplo apoio popular e que seu principal objetivo é restabelecer a ordem na Somália sob o domínio da sharia (lei de inspiração islâmica) após os anos de turbulência vivenciados desde 1991, quando foi deposto o ditador Siad Barre.
A guerra, segundo os dois lados envolvidos, teria matado centenas de pessoas até agora. Diplomatas temem que os conflitos acabem envolvendo a Eritréia, que ingressaria neles ao lado dos islâmicos. Na terça-feira, ao menos dois jatos da Etiópia dispararam mísseis contra os combatentes islâmicos que se retiravam, levando o governo etíope a declarar uma vitória parcial.
As plantações de maconha nos Estados Unidos rendem aos produtores US$ 35 bilhões anuais (cerca de R$ 75,28 bilhões ), fazendo com que a droga ilegal tenha a maior colheita do país, superior à de milho e trigo juntos, afirma estudo divulgado nessa segunda-feira.
De acordo com a CNN, a pesquisa, conduzida por Jon Gettman, analista e chefe da Organização Nacional para Reformar as Leis da Maconha, concluiu que cinco Estados norte-americanos produzem mais de US$ 1 bilhão cada: Califórnia, Tennessee, Kentucky, Hawaii e Washington. Sozinha, a Califórnia produz US$ 13,8 bilhões.
Porta-voz do Comitê Nacional de Política ao Controle de Drogas, Tom Riley afirmou que não poderia confirmar os números da pesquisa. Mas disse que o governo estima, no total, que as drogas ilegais rendem US$ 200 bilhões ao ano.
Em comparação, os Estados Unidos produzem, em média, US$ 23,3 bilhões em milho anualmente, US$ 17,6 bilhões em soja, US$ 11,1 bilhão em vegetais e US$ 7,4 bilhões em trigo.
"Como todas colheitas de agricultura rentáveis, a maconha adiciona recursos à economia", afirmou Gettman. Já Riley concordou que as drogas ilegais "são parte séria da economia", mas rejeitou como argumento para legalizar.
Marco Coelho, diretor geral do Constantino Hotel, foto Gio Ahmad.
Alunos da Pós em Hotelaria do Senac no Vale do Aço, foto Gio Ahmad.
O Governo uruguaio decidiu iniciar um plano para atrair turistas de outros países da região durante o verão, principalmente o Brasil, para compensar a queda no fluxo de argentinos, causada pelos bloqueios nas estradas, onde ambientalistas protestam pela construção de duas fábricas de celulose na fronteira.
Além de promover as praias, o Ministério do Turismo oferecerá uma série de vantagens aos turistas que chegarem por conta própria. Cada carro que entrar no Uruguai durante o verão vai ganhar um tanque de combustível.
Os supermercados e lojas das áreas turísticas darão descontos aos turistas estrangeiros, abatendo o custo dos pedágios pagos e o equivalente a 9 pontos do IVA (Imposto ao Valor Agregado) das suas compras. Os visitantes também poderão pagar os pedágios com a moeda de seu país de origem.
Segundo a vice-ministra de Turismo, Lilián Kechichián, já estão praticamente prontas as medidas. Ela disse à imprensa de Montevidéu que tem trabalhado para incentivar o mercado brasileiro.
O turismo brasileiro cresceu nos últimos cinco meses quase 17% e está atingindo bons níveis, segundo a vice-ministra.
Os cortes de estradas por parte de ambientalistas argentinos no verão passado geraram grandes perdas ao Uruguai. O Governo avaliou o prejuízo em US$ 500 milhões.
Prof. Cristiano Lopes, em sala de aula do Senac de Cel. Fabriciano, foto: Gio Ahmad.
PMDB decide integrar coalizão de Lula
O PMDB aprovou nesta quinta-feira, por ampla maioria, o ingresso do partido na coalizão política proposta pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em votação simbólica, por aclamação, os cerca de 60 integrantes do conselho político do PMDB se mostraram favoráveis ao apoio formal ao segundo mandato de Lula.
O ex-governador de Pernambuco Jarbas Vasconcellos, acompanhado do diretório do PMDB no Estado, foi o único dos presentes a manifestar o voto contrário ao ingresso na coalizão. Os peemedebistas do Acre representados no conselho se abstiveram da votação.
Jarbas disse que, ao contrário do partido, vai fazer oposição ao segundo mandato de Lula. "Não ficarei independente, vou fazer oposição ao governo. Mas se o presidente Lula encaminhar ao Congresso reformas que acho que atendem aos interesses do país, aí eu voto", afirmou.
O presidente do partido, Michel Temer (SP), disse que a legenda vai apoiar as sete propostas de governo apresentadas por Lula como prioridades para o segundo mandato. Se o presidente voltar atrás durante os próximos quatro anos nessa agenda programática, Temer disse que o partido deixará de integrar a base governista.
"O nosso compromisso é com esses princípios programáticos [apresentados por Lula]. Se eles forem adiante, nosso compromisso prosseguirá. Se não forem, vamos ouvir o partido e ver o que fazer", afirmou.
Apesar de nos bastidores o PMDB ter começado a discutir a participação do partido no governo federal, Temer negou que a legenda esteja barganhando cargos. "Em nenhum momento se cuidou de cargos e ministérios. Estamos fazendo coalizão de natureza programática. É coalizão governamental, e não eleitoral", disse.
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